sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mudanças de contexto

Bom pessoal, devido ao tempo dedicado a universidade e ao estudo resolvi mudar um pouco o contexto deste blog, a partir de agora não será reservado a metaforas literarias ou expressoes ideologicas de momentos ou da própria individualidade deste autor.
Agora tentarei não só gerar textos mais "produtivos" como tutoriais, resoluções de problemas comuns ou até mesmo alguns exemplos da minha área de atuação, voltando principalmente para programação em C/C++ e C#.NET e espero logo logo poder escrever sobre ASP.NET.
Tentarei elucidar questões diversas sobre o tema e colocar exemplos e maneiras de aprendizado tentando ajudar aos leitores e claro me exercitar.

logo logo postaria algo



abraço a todos




Ao som de:
John Butler trio - Pickapart

sábado, 10 de maio de 2008

Sem um nome

Significado de um nome... Este adjetivo pode representar muito ou nada simultaneamente, isso pode soar estranho num primeiro momento, mas podemos perceber quando temos em vista uma situação real ou hipotética. Significando nada: A velha analogia de uma rosa, que mesmo sem se chamar de rosa, manteria seu perfume e beleza, independendo de como é chamada ou tratada. Significando muito: É possível que todo “ser sociável” necessite de um nome pelo qual possa se identificar. Situação terrível a de uma pessoa ou personagem, que ao decorrer de sua vida não possui um nome pelo qual possa ser lembrado ou chamado, imaginar que suas lembranças não sairão do anonimato e que com o tempo, não passarão de feitos de um anônimo. Mesmo numa situação atual é terrível ouvir a pergunta “Qual é seu nome?” e nem você próprio ser capaz de dizer, respondendo insatisfeito: “Não sei!”.


Chris Cornell - Can't change me

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Anotações regadas com blues

Mais um dia, no qual meu allstar gasto pelas distâncias e chapéu protegendo idéias mistas, variando desde pensamentos vagos sobre o existencialismo à complexidade da criação de um programa. Caço músicas que ainda não encontrei no violão, melodias as quais sei que estão lá, mas que é preciso de um pouco de sensibilidade ou percepção para encontrá-las e apresentá-las ao mundo, mundo este que se afasta do belo, melódico, poético e inteligente, para buscar o simples, comercial, prático e vago. Nada como um bom blues para camuflar preocupações, transformando-as em admiração pela bela melodia.



“Kind of Blue” – Miles Davis, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Art Blakey, Charles Mingus, Cannonball Adderly